A trajetória de Priscila Duarte Gomes Martins é marcada por determinação, disciplina e evolução. Colaboradora da Supervisão de Atendimento na Fundação São Francisco Xavier, ela encontrou na atividade física não apenas um meio de cuidar da saúde, mas também uma forma de transformar sua qualidade de vida.
Priscila sempre gostou de praticar exercícios, embora tenha enfrentado desafios relacionados ao sobrepeso. Em 2024, decidiu dar um novo passo e iniciou na corrida, descobrindo no esporte uma fonte de motivação e autoconhecimento.
Em pouco tempo, passou a participar de importantes provas de rua. Sua jornada começou com os 5 km da Corrida do Aço, em Ipatinga, e evoluiu para desafios maiores, como a tradicional Volta Internacional da Pampulha, em Belo Horizonte, onde completou 18 km.
Para ela, a corrida é, sobretudo, um exercício mental. “É muito mental, brigando com a mente. Conseguir correr os 18 km é mexer com a cabeça o tempo todo, mas a sensação do pós-corrida é a melhor que existe”, relata. Segundo Priscila, foco e disciplina são fundamentais para alcançar resultados e evoluir no esporte. “Busco sempre reduzir o tempo, com muito treino e dedicação”, acrescenta.
A emoção das provas é uma experiência única. “A energia da prova te leva”, afirma. E completa: “Na hora que acaba, penso: como eu consegui? É uma emoção muito grande. Às vezes, quase chorando, mas a medalha vem”.
Comprometida com a saúde e o bem-estar, Priscila estabeleceu como meta para este ano a realização de 250 treinos na academia. Para ela, mais do que números, o importante é manter a constância. “Não é sobre tempo, é sobre constância”, destaca.
Além das conquistas pessoais, Priscila também se tornou fonte de inspiração para colegas e amigas. Ela incentiva colaboradoras da Fundação São Francisco Xavier, como Marjory Guimarães e Mônica Morais, com quem participa de corridas. “Amigos te incentivam a participar de outras provas”, ressalta.
Com determinação e espírito esportivo, sua próxima meta já está definida: completar uma meia maratona, equivalente a 21 quilômetros. Sua história reforça que, com persistência e foco, é possível superar limites e alcançar novos objetivos.