AUTISMO: QUANDO COMEÇAR A IDENTIFICAR

Primeiros sinais podem ser observados nos primeiros meses de vida

O transtorno do espectro autismo (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado pelo desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo estão diagnosticadas com o autismo e no Brasil são aproximadamente 6 milhões de crianças.

Sinais de alerta para o TEA já podem ser percebidos no primeiro ano de vida, sendo o diagnóstico estabelecido por volta dos 2 a 3 anos de idade. O autismo é muito mais frequente no sexo masculino, sendo cerca de 3,8 meninos para uma menina.

Vamos entender um pouco mais sobre o autismo?

  • Diagnóstico: geralmente é feito na infância, embora algumas pessoas sejam diagnosticadas na fase adulta. As ferramentas de diagnóstico e a conscientização sobre o autismo têm melhorado ao longo dos anos, contribuindo para um aumento nas taxas de detecção.
  • Variedade no espectro:o autismo é um espectro, o que significa que as características e a gravidade dos sintomas podem variar significativamente de uma pessoa para outra.
  • Variedade de sintomas:o autismo também abrange uma ampla variedade de sintomas. Enquanto algumas pessoas podem ter dificuldades na comunicação verbal e não verbal, outras podem ter habilidades de fala avançadas. Além disso, os padrões de comportamento social e de interesses podem variar consideravelmente.
  • Diferenças sensoriais:muitas pessoas autistas experimentam diferenças sensoriais, podendo ser hipersensíveis ou hipoativas a estímulos como luz, som, tato e cheiro. Essas diferenças podem influenciar significativamente a forma como percebem e interagem com o mundo ao seu redor.
  • Inteligência e habilidades: o autismo não está diretamente relacionado ao nível de inteligência. Pessoas autistas podem ter desde deficiência intelectual, até altas habilidades cognitivas em áreas específicas, como matemática ou música, por exemplo.
  • Estilos de aprendizagem únicos: muitas pessoas autistas têm estilos de aprendizagem únicos. Algumas podem se beneficiar de abordagens visuais ou de rotinas estruturadas, enquanto outras podem se destacar em áreas específicas de interesse.

Reconhecer a diversidade no espectro autista é crucial para promover a inclusão e aceitação. Cada pessoa é única e as abordagens de apoio devem ser adaptadas às necessidades individuais. Valorizar as habilidades e contribuições que as pessoas autistas trazem para a sociedade é parte fundamental desse reconhecimento.

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