Como prevenir crises de herpes labial

O herpes labial é uma infecção causada pelo vírus do herpes simples HSV-1 ou HSV-2, responsável também pela ocorrência do herpes genital. Sua principal característica é o surgimento de bolhas na boca e nas gengivas que se agrupam e formam feridas maiores que podem se espalhar com significativa facilidade pela região.

A transmissão acontece através do contato com as lesões ou com a mucosa de uma pessoa infectada. É preciso ressaltar que o vírus pode permanecer latente no organismo durante muito tempo provocando recidivas ao longo da vida. Pessoas portadoras do vírus causador do herpes labial sabem o quanto este problema pode ser doloroso, além de causar constrangimentos sociais.

Os principais sintomas do herpes labial são, além do surgimento das lesões que possuem um líquido amarelo em seu interior e depois de rompidas formam uma crosta, a ocorrência de coceira, ardor, formigamento e sensação de agulhadas na região.

Existem alguns alimentos que agravam o problema, por isso é importante ficar atento e evitar o consumo de produtos que contenham arginina – um aminoácido que contribui para a reprodução do vírus – como, por exemplo, complementos proteicos, oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes, pistache etc), chocolates, frutas como abacaxi, kiwi, laranja e uvas.

Por outro lado, alimentos como queijo, soja, verduras, frango e peixe, que são ricos em lisina, conseguem inibir a ação da arginina aumentando a velocidade de cicatrização das feridas e prevenindo a ocorrência de novas crises. Por este motivo eles são bastante indicados para quem possui herpes labial ou genital.

Além disso, é necessário ressaltar que fatores como estresse, exposição solar e menstruação podem ser gatilhos para o aparecimento de recidivas. Portanto, controle os nervos e use protetor solar diariamente, principalmente na região dos lábios.

Não toque as feridas e, caso isto ocorra lave as mãos imediatamente para evitar o contágio de outro local. Caso suspeite de que está com herpes, procure ajuda médica, pois, apesar de não ser uma doença grave, ela demanda tratamento específico. E lembre-se: nunca se automedique.

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