O que você precisa saber sobre distúrbios de ansiedade

Embora tenham sintomas semelhantes ou possam se desenvolver de forma simultânea, existem diferentes tipos de distúrbios de ansiedade e conhecer suas características principais é fundamental para que você tenha o tratamento mais adequado. Alguns deles estão relacionados à convivência com outras pessoas, medo de situações ou animais, enquanto outros se referem a questões como organização e limpeza.

O transtorno de ansiedade generalizada (TAG), por exemplo, é um dos mais comuns e só passou a ser estudado nos últimos anos. Ele pode ter início ainda na infância e causar prejuízos psicológicos, profissionais e sociais. Apresenta quadros de preocupação extrema, estresse, insônia, sudorese, fadiga, dor de cabeça, tensão muscular e muitos outros.

O transtorno de ansiedade social, mais conhecido como fobia social, caracteriza-se pelo pavor em ser observado por outras pessoas em situações corriqueiras como comer, escrever, assinar um documento ou fazer uma apresentação. Os sintomas mais comuns são enrubescimento (vermelhidão), sudorese, tremores, dificuldade de concentração e falha de memória. O que o difere dos outros é que duram somente o tempo em que se está exposto.

O distúrbio do pânico, por outro lado, é caracterizado por ataques súbitos em que o indivíduo tem a sensação de sufocação, morte iminente, perda de controle psicológico, além de tonteiras, sudorese, tremores, taquicardia e alterações gastrointestinais.

Embora se manifestem de forma repentina e esporádica, os ataques relacionados ao distúrbio do pânico tendem a progredir para um quadro denominado agorafobia, que consiste em evitar situações e locais – como engarrafamentos, túneis, avião, shopping centers, grandes espaços abertos, além de ficar ou sair sozinho –  por medo de sofrer um ataque.

O transtorno obsessivo-compulsivo, o conhecido TOC, talvez seja o mais comum e possui diversos níveis de gravidade. Pode ser uma questão de organização, limpeza, verificação, contagem etc. Em alguns casos, são leves e não interferem no cotidiano do indivíduo. Já em outras situações, podem ocupar uma parcela significativa do tempo e da energia, atrapalhando o desenvolvimento de outras tarefas mais importantes e incapacitando-o em situações corriqueiras.

Lembre-se, o diagnóstico e melhor tratamento a ser seguido deverá ser realizado pelo médico.

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