Tapioca faz mal ou faz bem?

A tapioca, presença quase obrigatória na culinária do norte e nordeste do Brasil, ganha cada vez mais adeptos no cenário nacional. A tapioca está virando moda por vários motivos, entre eles a propaganda feita pelas musas fitness, que passaram a divulgar essa iguaria para grande parte da população. Mas afinal, a tapioca faz bem ou faz mal?

Por não conter gliadina, que é a proteína presente no glúten, a tapioca é uma boa pedida para as pessoas que possuem doença celíaca (intolerância ao glúten) ou que, por algum outro motivo, não fazem uso de produtos que contenham esse elemento.

Apesar de ser recomendada como substituta do pão, a tapioca não deve ser consumida na mesma quantidade já que ela não possui fibras ou proteínas. Neste caso, ao preparar a tapioca, recomenda-se juntar à massa grãos como linhaça, chia ou flocos de aveia.

Para os que buscam emagrecer, a tapioca é tida como um alimento quase perfeito, por não conter gordura na sua composição.

Mas atenção: por conter grande quantidade de carboidratos, é indicado o consumo de apenas uma tapioca ao dia (70 gramas, ou uma tapioca de 15 cm de diâmetro), substituindo o carboidrato de uma grande refeição, como café da manhã ou jantar.

O perigo, na verdade, mora no recheio. Tudo vai depender do recheio que se escolhe. Tapioca com recheio de Nutella é uma delícia, mas as calorias vão para o espaço, não é mesmo?

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